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Como Evitar a Febre Amarela

Leandro Pelogia - Saúde Pública, representante técnico BAYER


 

Sem registros de casos de febre amarela em áreas urbanas por 75 anos, o Brasil, agora, enfrenta um surto da doença no meio rural em Minas Gerais. Nesse contexto, precisamos ficar alerta para combater a enfermidade, tratando os casos existentes com prontidão e eficácia e evitando novos focos. Na intenção de contribuir para que o mal não se propague, trazemos algumas dicas úteis para você seguir em casa e no trabalho.

Transmissão
Causada por um vírus que nunca deixou de circular nas matas, apesar de não haver casos no meio urbano há décadas, a febre amarela é transmitida a seres humanos e macacos por mosquitos. Em áreas rurais e silvestres, os transmissores são o mosquito Haemagogus e o Sabethes . No meio urbano, é o mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue, o vírus zika e a febre chikungunya.

 

Sintomas
A doença surge de três a seis dias após a pessoa ter sido picada pelo mosquito e dura, no máximo, 12 dias. Os sintomas são febre alta, calafrios, pele e olhos amarelados, pois o vírus ataca e lesiona o fígado, hemorragia, dor de cabeça, dor nas costas ou no corpo, náuseas, vômitos, cansaço e, na forma mais grave, insuficiência renal e hepática que podem acarrear a morte. A maioria dos infectados, no entanto, recupera-se bem e adquire imunidade permanente contra a febre amarela.

 

Tratamento
Não há um tratamento específico para a febre amarela. Como os sintomas são variados, é necessária a avaliação médica. 

 

Vacinação
Quanto à prevenção, a melhor forma, segundo epidemiologistas, é a vacina contra a febre amarela. Segura, eficaz, gratuita, com validade de dez anos, é aplicada nos postos de saúde dos diversos municípios brasileiros. A vacinação é indicada, a partir de nove meses, para todos os residentes de áreas de risco e viajantes que se dirigem para tais localidades, os quais devem se vacinar dez dias antes de viajarem. O reforço deve ser feito antes de vencer o prazo de dez anos.

Grávidas, crianças com menos de seis meses, maiores de 60 anos e pessoas que vivem em áreas sem registros do vírus não devem tomar a vacina sem consultarem um médico antes. O mesmo se aplica a alérgicos a ovos e à eritromicina ou a gelatina, que fazem parte da composição da vacina. Da mesma forma, não é aconselhável que quem já teve reação alérgica a uma dose da vacina tome o reforço sem recomendação médica.   

 

Outras Medidas de Prevenção
Além da vacinação, outras medidas simples podem ajudar a combater os mosquitos transmissores da febre amarela, que, uma vez infectados, transmitem o vírus por toda a vida, e a eliminar ovos e, portanto, novos focos da doença.

Para acabar com os mosquitos ou afastá-los, inseticidas pulverizados pelos órgãos governamentais específicos de controle são recomendados. Além da utilização de um bom produto (Komvektor e Ficam) é imprescindível a realização de trabalhos educacionais com a população e com os profissionais do setor de controle de pragas. A Bayer também contribui com a disseminação do conhecimento por meio de treinamentos técnicos e palestras com profissionais capacitados para essa função. Na área de Saúde Pública, Leandro Pelogia (leandro.pelogia@bayer.com) desempenha esse papel por todo o Brasil, atuando diretamente com as secretarias estaduais e municipais de todas as regiões. Dúvidas entrem em contato pelo e-mail saude.ambiental@bayer.com


Já para dar fim a ovos e larvas dos mosquitos, é preciso eliminar o acúmulo de água parada em pneus, pratos de vasos de plantas, recipientes e mesmo em folhas de bromélias e buracos de árvores, onde os mosquitos gostam de depositar ovos. Recipientes com água também devem estar bem vedados com tampas ou telas.

Agora que você já sabe o essencial sobre a febre amarela, previna-se, proteja o seu município e fique atento para debelar qualquer foco em sua casa e no entorno.